quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Happy Hour

"Hora da Alegria" em português ou simplesmente "Happy Hour", metido à cult. Depois do expediente tomar uma bicadinha "só di levis" bom demais!

Ir à um restaurante tomar seus drinks prontos na hora, Martinis, taças de champagnes, seus whiskys importados, hall de hotéis cinco estrelas... Rapá, meu dinheiro é pouco e eu não tenho American Express Plantinum não, meu cartão de crédito é Itau Visa UNIVERSITÁRIO!, trabalhador fudido que passa mais de trinta horas semanais no batente pra ganhar um salário mínimo!!! Mas não estou reclamando, isso paga minhas cervejas long neck no posto 24h... hehe!

Como eu não posso ouvir um Ray Charles, um Frank Sinatra, um Loius Armstrong, um Beethoven toda noite, eu escuto mesmo um Dj Jesus (o sucesso de Areias), um Lenine, um Lula Queiroga, um Falamansa mesmo. E daí? É bom da mesma forma.

Curtir a noite, do outro lado do posto, pois agora tem uma merda de lei que proíbe nosso consumo de cerveja "nas dependências do estabelecimento". PAU NO CÚ, esses frescos... Mesmo assim, não acabam com nosso momento de descontração.

Frio da noite, motoqueiros estranhos, galera boa chegando, o dia raiando, e ter que ir pra casa. Se não fosse as nossas obrigações diárias, topo topo, porque não? HÁ!

Levante as mãos pro céu e grite comigo:
QUE VIDA DO CARAI!!!

É por isso que eu digo: se o mágico faz mágica, a feiticeira faz feitiço!


Gilberto Martins Júnior.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Robôs amam...

Wall-E e Eva, existe casal mais lindo? Paixão à primeira vista, ele. Ela, "no fellings", bruta toda! Ele? Coração mole, romântico, trabalhador, fez de tudo por ela. Inclusive sua vida. Ela, depois de sua partida, reconheceu seu amor e passou a amar também. Lindo, os dois. E são robôs. Pensou que eu falava de seres humanos? Os humanos não amam mais, "they pretend", fingem, mentem... Os que ainda amam estão em extinção.

Vamos reaprender com os robôs, mesmo sem saber como, ao menos tentar... 700 anos é muito tempo, ninguém vive tanto, e se vivesse tanto assim, se acostumaria a viver só. Mas o que se observa em Wall-E é justamente o contrário. Quem aí nunca parou para observar as estrelas numa noite escura? Quem nunca pensou em querer, nesses momentos, em ter alguém do seu lado? Quem nunca teve medo de passar o resto de sua vida só?

Ultimamente tenho pensado muito nisso. Já ouvi muita gente me dizer "relaxa, o que é teu tá guardado"; um certo dia alguém falou diferente "porra, se o que é teu tá guardado, alguém escondeu muito bem". FILHO DA PUTA, cômico e sem graça. Humor negro é triste, ainda mais quando a piada é sobre você.

Engraçado é ver, dia-pós-dia, as pessoas vivendo superficialmente, relacionamentos baseados na virtualidade, na fantasia, no irreal. E ver um filme que mostra o inverso: algo que, aparentemente não é capaz de compreender os sentimentos humanos, algo "insensível", amando. ANIMAIS QUE AMAM!!! Dizem que os animais são irracionais, ou seja, não pensam, não sentem, seguem os instintos. Manny e Ellie são o casal de mamutes em "A Era do Gelo", e se amam!

Seria um sinal de que a humanidade está evoluindo à não-racionalidade e tudo que nós julgamos impossível acontecer, como robôs e animais pensando, amando...?

Estamos na era da "Vida Digital" e cada vez mais nos afastando uns dos outros, apesar das milhares de conexões existentes. Vimos a criação da automação, robôs criando robôs, "inteligência artificial". Se continuar assim, filmes como Wall-E e A Era do Gelo se tornarão reais e nós, seres humanos, não passaremos de seres sem sentimento algum. Apenas fingindo e imaginando.

Robôs são mais humanos que nós mesmos, talvez...

É... robôs amam...


Gilberto Martins Júnior.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Cigarro faz mal?

Cigarro faz mal? Faz! MUITO... mas depende de como se o observa... Vejamos:

Hoje estava eu, pacatamente, comprando copos no super-mercado. Como todos no mundo, fui pagar o que eu queria comprar. De repente, na fila do caixa, me deparo com um box mostruário de cigarros. EIS que me vem à cabeça: "pô, quanto tá o maço de Malboro Light?". Na ingenuidade, porque o cigarro não baixou de preço e eu já sabia o valor.

Me deparo também com dois cidadãos, não-fumantes, observando a mensagem obrigatória do Ministério da Saúde: uma foto que eu supus ser de um pai de família, numa maca de hospital, internado com um aparelho de respiração na garganta, seu filho com um olhar tristemente triste e a mãe atrás, consolando o garoto; e os cidadãos: um deles "poxa vida, como é que tem gente que ainda consegue fumar vendo uma cena dessa?", o outro rebate "é verdade, muito chato isso, um absurdo!" e o primeiro complementa "a melhor coisa que fizeram foi criar essa Lei do Tabaco" e o segundo, após um tempo "parece que tão tentando abolir essa lei em São Paulo, mas não vão conseguir, ela já virou cultural", ou algo assim.

PORRA! Pára e pensa, mudaria alguma coisa quebrando essa lei? São Paulo deve ser a cidade/estado com o ar mais puro do Brasil, só se for. Hipocrisia do cacete... faça o favor...! Essa lei foi boa? Concordo, lugares fechados com muitos fumantes é terrível, o cheiro que fica, o clima em si do ambiente, abafado, quente. Eu sou fumante, caso não tenham percebido, e às vezes me incomodo com o cheiro e a fumaça do cigarro. Mas se eu falar alguma coisa, posso ser chamado de hipócrita e coisas piores, prefiro me mudar para outro lugar...

Há momentos em que só o cigarro nos ajuda. Depois de uma briga, uma discussão, o estresse do dia-a-dia, no trabalho, depois do expediente, durante a noite, bebendo com amigos... Lógico quê, existem outras formas de extravasar essas tensões, mas tenho preguiça e falta de vontade de procurar outras alternativas, culpa mesmo do vício.

Não que eu seja compulsivo, não fumo todos os dias, mas há horas que eu sinto falta, o "organismo" pede, entende? Não fumo pra me exibir, como conheço gente que o faz, fumo porque gosto, estou acostumado E habituado, é meio que parte de mim. Sei que faz mal à minha saúde, tento parar, mas essa vontade não é maior que a vontade de fazê-lo.

Qual droga faz bem? Tudo que tem substâncias nocivas ao nosso organismo, coisas que ingerimos, é um tipo de droga. O álcool por exemplo: se fosse algo bom, vendia-se à menores de idade, se fosse bom ninguém ia lhe dizer para "apreciar com moderação" e sim diria "se atole disso", "você vai viver mais e melhor". NÃO!

Sei dos males, faço o possível para não fumar, mas fumo. Não gostou? Sinto muito, mas sou eu quem vai morrer mais cedo. Da minha saúde sei bem, e sei como meu "sistema" funciona.

[...]

Peraê, depois eu continuo esse papo, ok? Vou acender um cigarro e volto já com mais assunto.


Gilberto Martins Júnior.

domingo, 23 de agosto de 2009

Cerveja

Opa, como vamos? Bem? Que beleza...

Calor não? Recife 'tá que tá'! Uma cervejinha agora seria uma maravilha... hehehe!

Quem é que aí não curte uma breja gelada? AH bixo, sai dessa! Cerveja é o que há!

Amigos, uma mesa redonda, de preferência (assim todo mundo se vê), várias cervejas, bom papo, descontração, alegria!

Horas de conversa, às vezes até sem muita importância, apenas para passar o tempo, enfim. Tem-se o costume de dizer que tudo acaba em pizza, MENTIRA! Tudo acaba com uma Skol (ou a sua preferida) 'stupidamente' gelada, nos copos, taças e tals, que no fim vai descer sua garganta tão suavemente que é capaz de você quase gozar de tanta excitação!!

UHU, um viva à cerveja... e vamos santificar o cara que descobriu a fórmula dela.

Há muitas coisas boas na vida, mas passar a noite bebendo com seus amigos mais chegados, aquela energia boa rolando, o assunto fluindo sem pressão, aquela coisa gostosa, numa vontade de não sair nunca do lugar, "ôrra", bom demais! E ver o sol nascer entao?!

O único negativo que eu aponto, e que acho que seja opinião geral, é a vontade de ir ao banheiro. Puta merda, 'mijadêro' infeliz, depois da primeira vez, não tem mais volta: de um em um minuto, você levanta, interrompe a conversa, mija, e volta. Às vezes você volta e a galera paga a conta já pra ir embora. Chato, muito chato. Bom, já falei demais, meu copo tá quente e eu não disse coisa com coisa.

GARÇON, ME TRÁS A SAIDEIRA E A CONTA POR FAVOR!!!


Gilberto Martins Júnior.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O início, "Gibas's Caffè"

Sente-se, pegue uma cadeira, escolha um bom café ou minha especialidade: cappuccino! Ah, um bom cappuccino...

Que tal um licor de chocolate? Um charuto, um cigarro fino? Não? Tudo bem.

Cafeteria, lugar interessante. Numa lanchonete papos rápidos, sem muita importância, nada sério. Num restaurante boa comida, bebidas refinadas, pouco assunto à mesa, sem graça. Já numa cafeteria você vai para conversar com os amigos, um papo mais sério, mais demorado, descontraído, mas com conteúdo.

Falar da vida, do trabalho, dos problemas, os amores, as mulheres, os homens, pais, filhos, o seu carro, a cotação do dólar, a tsunami que devastou o Japão, e por ai vai...
Mas, o mais interessante de uma cafeteria são as pessoas que a frequentam, todos os tipos e idades, gênero e situação financeira.

Ponto de encontro para um possível "happy hour", festas depois do expediente ou simplesmente um descanso de trabalho no fim do dia ao som de uma música com letra e significado.

Reflexões, planos, programações, organização, ordem. Anotações, caderno, bloco de notas, notebook, celular, mensagem de texto, lembretes, bilhetes, a conta por favor?


Tudo isso e muito mais a gente encontra numa cafeteria. Em qualquer uma não, mas no Gibas's Caffè, com certeza!


Volte sempre, obrigado!



Gilberto Martins Júnior.